ABOUT US CELEBRATION WEDDINGS CORPORATE BLOG

BLOG

Não linear

A exposição fica em cartaz pelos próximos cinco anos e ocupa dois terços do museu.

A tradicional divisão em salas, onde os trabalhos são mostrados de maneira linear em uma sucessão de “cubos brancos”, dá lugar a paredes finas, de tamanhos variáveis. As obras estão suspensas em estruturas de aço, de diferentes alturas, que fogem da linha dos olhos. A proposta inusitada foi exibida pelo principal museu de arte moderna e contemporânea da Holanda. São 700 peças expostas de forma a criar narrativas não lineares. “O novo sistema foca nas obras como se elas estivessem em rede, no sentido de que elas não falam por si, mas sim em relação a outras peças” explicou a co-curadora Margriet Schavemaker. O conceito da mostra Stedelijk Base teve a cidade e a internet como inspiração para o desenvolvimento dos seus displays, já que ambas proporcionam encontros casuais. “Na cidade, você caminha e encontra praças grandes, becos pequenos, você cria conexões que de alguma forma estão em fluxo. Na internet, quando as pessoas fazem uma busca elas se deparam com uma ‘nuvem’ de trabalho e idéias relacionadas. Base é uma resposta às novas maneiras de consumo de imagens trazidas pelas redes de computadores.”, explicam os curadores. Entre os trabalhos nomes internacionalmente consagrados como: Paul Cézanne, Marc Chagall, Andy Warhol, Keith Haring e Jeff Koons apresentados ao lado de artistas holandeses menos conhecidos pelo público, como a pintora Suze Robertson e os fotógrafos Ed van der Eldsken e Rineke Dijkstra. A exposição fica em cartaz pelos próximos cinco anos e ocupa dois terços do museu. No andar inferior estão trabalhos produzidos entre 1.880 e os anos 1.970; no superior, arte da década de 1.980 até os dias atuais.

Fonte – estadão

COMPARTILHE ISSO:

Comentários

(0)comentários - deixar seu comentário

Deixe Seu Comentário

O seu endereço de email não será publicado.

Campos obrigatórios são marcados*